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No dia 12 de agosto de 2025, o SEPROSC realizou mais um encontro do GRT – Grupo de Relações Trabalhistas –, reunindo representantes das empresas associadas para uma conversa profunda, provocativa e necessária sobre um tema que impacta diretamente os resultados das organizações: a relação entre avaliação de desempenho e desenvolvimento de pessoas.
Quem conduziu o debate foi Lais Tezedor, consultora especialista da Talento Gestão Integrada, com mais de 23 anos de atuação em Recursos Humanos. A especialista trouxe provocações, insights e ferramentas práticas para repensar os atuais modelos de gestão de performance e conectar a estratégia de avaliação ao real desenvolvimento dos colaboradores.
A reunião começou com uma pergunta que ecoou entre os participantes:
Os modelos de avaliação de desempenho que utilizamos realmente proporcionam o crescimento das pessoas?
Segundo Lais, em muitas empresas, a resposta ainda é não. Isso porque os processos de avaliação muitas vezes se tornaram burocráticos, engessados e desconectados da realidade das equipes. Além disso, muitos gestores encaram a avaliação como um fim em si mesmo, e não como um instrumento de evolução contínua.
Um dos grandes destaques da fala de Lais foi o reforço à importância das conversas estruturadas, com feedbacks frequentes e com propósito. Mais do que notas e rankings, os colaboradores esperam reconhecimento, direção e apoio para evoluir. Nesse sentido, a avaliação não deve ser um evento anual, mas parte de uma cultura de diálogo e desenvolvimento.
Ela ainda destacou que métricas são importantes, mas devem vir acompanhadas de ações concretas, escuta ativa e alinhamento entre liderança e equipe.
Outro ponto essencial abordado foi o cuidado com os fatores externos que influenciam o desempenho. Antes de responsabilizar um colaborador por uma entrega não alcançada, é preciso analisar se ele teve apoio, clareza, estrutura e liderança eficaz.
Essa análise contextual é o que permite transformar o desempenho em uma jornada de desenvolvimento, em vez de um julgamento pontual.
Para que o desenvolvimento aconteça, é fundamental que ele seja parte da estratégia da empresa, com um olhar sistêmico e de longo prazo. Isso envolve não só a liderança direta, mas também o RH e a alta gestão, garantindo coerência entre discurso e prática.
Como destacou Lais, não é possível desenvolver pessoas com pressa ou só quando sobra tempo. É preciso colocar o desenvolvimento no centro das decisões e reconhecer seu impacto direto nos resultados, no clima e na retenção de talentos.
A reunião do GRT reforçou que não há mais espaço para modelos ultrapassados. A gestão de desempenho precisa evoluir para ser, de fato, uma alavanca de crescimento para pessoas e negócios.
Para isso, é necessário revisar práticas, ouvir mais, dar espaço para o desenvolvimento intencional e preparar lideranças para serem protagonistas nesse processo.
Empresas que integram desempenho e desenvolvimento de forma prática, humana e estratégica colhem os melhores resultados.
Publicado em: 18/08/2025 15:37:55
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